Segundo relatos do livro “Bem-Aventurado Eustáquio”, de Lucélia Borges, o ex-presidente Juscelino Kubitschek, na época prefeito de Belo Horizonte, conheceu Padre Eustáquio e, por intermédio de suas bênçãos, recebeu duas graças: uma para sua esposa, que só após a bênção de Padre Eustáquio conseguiu engravidar e a outra para si mesmo quando sofria de uma grave infecção na garganta. Estes fatos fizeram de JK um grande admirador de Padre Eustáquio, levando-o a doar o terreno para a construção daquela que seria a futura Matriz dos Sagrados Corações, em BH, e, após a morte do religioso, contribuiu ativamente com o início do processo de Beatificação/Canonização.
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